O planejamento sucessório é algo que traz muitas preocupações, em especial para quem tem um grande patrimônio e uma família a zelar. Em geral, o patriarca ou a matriarca tem um olho no futuro sem deixar o presente de lado, afinal, é no hoje que tudo acontece; e é no agora que se prepara o alicerce para o futuro.

Nesse sentido, outro tema ocupa a lista de discussões quando o assunto é a empresa: os tributos. A complexa carga tributária que incide em nosso país é sempre motivo de atenção e, às vezes, até de dor de cabeça para os empresários.

E tanto para reduzir essa carga agora, quanto para evitar que ela traga prejuízo na sucessão familiar, é imprescindível realizar um bom planejamento tributário. Até porque, nada como deitar a cabeça no travesseiro tranquilamente, com a garantia de lucro, mas em conformidade com as obrigações fiscais.

Planejamento estratégico e operacional

Embora possa parecer impossível lidar com os tributos em nosso país, sempre há alternativas que viabilizam o correto funcionamento da empresa, já preparando a base de cálculo da sucessão familiar. E ainda é possível realizar um planejamento que também considere uma redução da carga tributária relativa aos rendimentos.

Esse não é um caminho inédito quando se fala em planejamento tributário, ele já foi percorrido por quem se aprofundou no assunto. Sabemos que é algo que toma tempo, mas veja esse exemplo, apenas en passant

A título de imposto de renda, a receita com a locação de imóveis de uma pessoa física não é integral; sobre ele incide até 27,5% de imposto. Já optando por um modelo de gestão que reúna os bens da família em uma mesma empresa, a carga tributária pode ser reduzida para cerca de 11%. Ou seja, uma diferença de mais de 16,5%.

Essa é a estimativa considerando que os bens sejam administrados por uma unidade familiar, comumente chamada de holding patrimonial. E é uma estimativa baseada em dados reais, com informações da carga tributária brasileira. 

Com tantas possibilidades de gestão, é importante dar atenção ao planejamento estratégico e operacional. Ou seja, antes de estabelecer na empresa os procedimentos para cumprir a correta escrituração das operações e o pagamento dos impostos nos prazos previstos, é preciso pensar estrategicamente.

Qual é o regime tributário mais conveniente para a sua empresa? Onde estão vinculados os seus imóveis? Qual será o caminho da sucessão? Isso é fundamental em um planejamento. 

E não há fórmula. Essa é uma definição particular, que deve ser estudada e elaborada de acordo com muitas variáveis, como estrutura de capital, localização, ramo de atividade, entre outras.

Quer saber mais sobre o assunto? Clique aqui, entre em contato conosco e vamos conversar. Conhecer melhor as particularidades de sua história, vai nos permitir apontar caminhos para um planejamento sucessório eficiente e seguro. 

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